sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Diário de Montevidéu III

 

Uma breve caminhada desde o hotel a Livraria 'Escaramuza' é um passeio inesquecível.

Ruas arborizadas e casario antigo preservado de Montevidéu já valem a viagem.

Ainda melhor é achar a livraria instalada num casarão cheio de livros até o forro.

Os livros são ponto alto da visita contemplando desde os clássicos até os contemporâneos.

A surpresa não parou por aí, porque ao andarmos por seu requintado piso de mosaicos nos deparamos com um pátio interno coberto de plantas onde desfrutamos de momentos agradáveis.

Após, satisfeitos e felizes, seguimos caminhando pela '18 de Julio' até a Intendência Municipal onde descobrimos o Museu de História da Arte.

 

Impressionante a fidelidade das réplicas das obras de arte, especialmente as esculturas, abrangendo todas as épocas desse patrimônio histórico e cultural que sabe ser a Arte.

Com os corações e mentes repletos de tantas obras maravilhosas voltamos ao hotel para descansarmos e estarmos preparados para as 'Llamadas 2026' , desfiles das 'comparsas' do candombe uruguaio.

Foram momentos de muita emoção presenciar a força da tradição africana no Uruguai.

Contagiante a vibração dos componentes das 'comparsas' e do público presente na passarela da 'Isla de Flores'.

Mais do que torcer por uma 'comparsa' as pessoas vibram com todas!

Voltamos para o hotel com a sensação de dever cumprido, ou seja, como testemunhas de que ainda temos humanidade no Uruguai...


 

 

Montevidéu, 6 de fevereiro de 2026.

Imagens: arquivo pessoal

Edu Cezimbra 

 

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