Quando flechado pela paixão
Explode a força do desejo
Proibido pecado carnal
Explode insensato coração
Cai em armadilha passional
Na boca do último beijo
Numa súbita atração fatal
Porto Alegre, 21 de julho de 2026.
Imagem: Pinterest
Edu Cezimbra
Blog de Eduardo Sejanes Cezimbra para escrever sobre a vida, rascunhando impressões, como se manuscrito com caneta-tinteiro e mata-borrão. "Escrevo porque preciso, publico porque amo."
Quando flechado pela paixão
Explode a força do desejo
Proibido pecado carnal
Explode insensato coração
Cai em armadilha passional
Na boca do último beijo
Numa súbita atração fatal
Porto Alegre, 21 de julho de 2026.
Imagem: Pinterest
Edu Cezimbra
Não confunda sebenta com sê Benta nem seboso com sê Bozo.
Porto Alegre, 20 de julho de 2026.
Imagem: Canva
Edu Cezimbra
Porto Alegre, 18 de julho de 2026.
Imagem: Google
Edu Cezimbra
"Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor!"
O circo é arquetípico e um filme que retrata a vida de seus artistas mexe com arquétipos.
O roteiro vai mudando conforme o encontro com pessoas de carne e osso mas que são artistas circenses.
O pai do diretor viajou muito pelo interior do Brasil e o filho prestou atenção em suas histórias de vida.
Porém, a ficção sobrepuja a biografia e isso ajuda o filme.
A ajuda da ficção realça a presença de pessoas reais que emocionam quem assiste o filme.
Pessoas do povo aprenderam com o circo e tem muito a ensinar.
Mambembe dá título ao filme e documenta um estilo de vida.
Mostra que o circo sobrevive na memórias de seus artistas e comprova sua relevância no imaginário popular...
Porto Alegre, 17 de julho de 2026;
Imagem: cartaz do filme, Pinterest
Edu Cezimbra
O xamã Yanomami Davi Kopenawa registrou sua cosmovisão no livro 'A Queda do Céu'.
Inspirados neste livro os diretores do documentário acompanham um 'kuarup' Yanomami.
O ritual fúnebre é inusitado pois visa acabar com a memória física do morto.
Foi filmado na época das invasões de garimpeiros e mortes de Yanomamis pela fome e consequentes epidemias.
Crenças ancestrais são confrontadas com a tecnologia de morte dos brancos invasores.
A tristeza de quem assiste a morte de suas crianças, a contaminação dos seus rios e a derrubada de sua floresta vira um libelo contra os brancos e o capitalismo.
Não é filme para quem acostumado com o cinema ocidental.
É registro etnográfico e peça de acusação para quem sabe das consequências...
Porto Alegre, 16 de julho de 2026.
Imagem: cartaz do filme, Google
Edu Cezimbra
Não pediu para nascer, mas também não pediu para morrer.
Queria, isso sim, viver até o fim.
Porto Alegre, 15 de julho de 2026.
Imagem:capa de livro, Google
Edu Cezimbra
A França não quedou na Bastilha, quem caiu foi a cabeça do rei.
O estado não era o rei...
O rei morreu, viva a república!
Vai a coroa, fica a cara...
Napoleão perdeu a guerra, mas não perdeu a cabeça - ou perdeu?
A guilhotina é democrática, literal e figurativamente...
Porto Alegre, 14 de julho de 2026.
Imagem:Google
Edu Cezimbra
Fêmeas corredoras
Gaia feminina
Feministas evolutivas
Corrida resoluta
Revolucionárias
Graciosa conduta
Concorrida disputa
Vencedoras solidárias
Porto Alegre, 13 de julho de 2026.
Imagem: Pinterest
Edu Cezimbra
Só sei que nada sei - já disse Sócrates -, e eu não sabia que sabiá sabia assobiar; o sabiá também não sabia, logo somos socráticos.
Porto Alegre, 12 de julho de 2026.
Imagem:Editora Rocco, Google
Edu Cezimbra
Mais do que um filme de guerra, 'O Grande Ditador' é sobre homens que fazem as guerras.
Charles Chaplin sai do cinema mudo para proferir um sonoro apelo à humanidade.
"Mais do que máquinas (de guerra?) precisamos de humanidade" - alerta o sósia do ditador.
Para Chaplin, o contrário de guerra não é a paz, mas o humanismo...
"Humano, demasiado humano"- sublinha Nietzsche -, antevendo o 'eterno retorno'...
Já disse um velho barbudo que a tragédia repetida na história vira farsa.
Chaplin em 'O Grande Ditador' fez da farsa uma profecia sobre a tragédia que se avizinhava do mundo.
A 2ª Guerra Mundial terminou com a derrota do ditador, mas a ironia da história é que os ditadores prosseguem fazendo guerras...
Porto Alegre, 11 de julho de 2026.
Imagem: Google
Edu Cezimbra