quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Diário de Roma II



Fui à Roma e não vi o Papa?! Bem capaz!... Chegamos a tempo de ver o Papa Francisco,  pequenino (pela distância), na audiência papal das quartas.

Um bom "aperitivo" para mais uma "cola" (fila) turística de 1 hora para entrarmos no "Musei Vaticatini" com "gran finale" no famoso teto da Capela Sistina pintado, todo ele, pelo genial Michelangelo.

Aliás, a julgar pela quantidade de peças do Antigo Egito, da Grécia, Mesopotâmia,  entre as quais uma múmia egípcia exposta, os cruzados não voltavam de mãos abanando de Jerusalém...

Saímos da Capela Sistina direto para o Colosseo (Coliseu), mais uma "cola" turistica, esta mais curta, mas sempre com  ritual de aeroporto, com raio-x e passagem por detector de metais.

O Coliseu ainda deixa muito estádio de futebol moderno apequenado diante de sua arquitetura romana e suas colossais dimensões.

Prosseguimos caminhando pela via que circunda o Palatino e o Fórum Romano, um patrimônio histórico invejável de Roma até chegar ao Circo, um hipódromo que está sendo restaurado, onde pegamos um táxi para a Piazza di Spagna, com sua famosa escadaria ligando a praça com a Igreja Trinitá dei Monti onde assistimos o por-do-sol sobre as muitas cúpulas de suas muitas igrejas.


 E, logo ali, esta fonte que é motivo de suspiros e corações batendo forte pelo seu simbolismo romântico imortalizada por poetas e cineastas do porte de Fellini: Fontana di Trevi! 

Um monumento de beleza plástica única com o murmurar de suas águas escorrendo pelo seu leito de mármore branco e formando um lago azul, com moedas no fundo e pedidos de casamento ao redor saudados com palmas pelos visitantes.

 Dia longo e proveitoso na Cidade Eterna!

Ciao, arrevederci!

Roma, 10 de fevereiro de 2016.

Edu Cezimbra